FRATURA PENIANA? SIM, O PÊNIS PODE FRATURAR.

Pesquisa inédita envolvendo pesquisadores e parceria da Unicamp, PUC – Campinas e Hospital Mário Gatti, de Campinas, aprofunda estudos em um tema raro, revestido de tabus e pouco abordado: a fratura peniana.

Dr. Adriano Fregonesi integrou a equipe de pesquisadores e ficou surpreendido com as repercussões do tema na mídia.

O  estudo despertou o interesse justamente por abordar as posições sexuais mais propensas para que ocorra a fratura peniana.


Pesquisa revela as três posições de maior incidência deste tipo de lesão


Trata-se de um acidente raro. Tecnicamente é quando os corpos cavernosos sofrem um trauma durante a ereção.

Essa lesão ocorre quando uma força externa é exercida durante a ereção -no momento do ato sexual, quando o pênis  sofre uma pressão abrupta.

Para facilitar o entendimento, isso ocorre, por exemplo, quando o pênis escapa do interior da vagina e, repentinamente, choca-se com o períneo, osso da sínfise púbica.

Neste exato momento, a grande pressão interna dos corpos cavernosos faz com que haja uma ruptura da túnica albugínea, geralmente transversal.

O estudo confirmou que a ruptura da túnica albugínea ocorre nas condições quando o homem não está no controle do ato sexual, ou seja, quando no ato sexual, a mulher, está por cima, devido ao peso do corpo.

Relatos dos pacientes confirmam que a dor é intensa e os sintomas são imediatos após escutar um estalo.

O Urologista Adriano Fregonesi confirma que as três posições sexuais que mais causam a fratura peniana:

1) mulher por cima (50%)
2 ) de quatro – quando a mulher fica sobre as pernas e os braços (29%)
3) papai e mamãe (21%)

Na maioria das vezes a fratura ocorre na região da base do pênis.

A pesquisa foi resultado de acompanhamento de 44 casos ao longo de 13 anos, em Campinas, com pacientes de 18 a 60 anos.

Os pesquisadores registraram os sintomas imediatos dos pacientes.

O trabalho científico foi publicado na revista Advances in Urology, em 2014, publicação de referência mundial na área de urologia.

A equipe foi formada pelos pesquisadores Leonardo O. Reis, Macerlo Cartapatti, Rafael Marmiroli, Eduardo Jeronimo de Oliveira Júnior, Adriano Fregonesi e Ricardo Destro Saade.
 

Alerta


O único tratamento é a cirurgia. Outro detalhe: o diagnóstico tem que ser rápido e a cirurgia deve ser emergência para evitar a amputação do órgão.


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Esta informação é fornecida pela Clínica UAN e não substitui o diagnóstico médico ou de outro prestador de cuidados em saúde. Consulte o seu médico para aconselhamentos, diagnóstico e tratamentos, considerando as especificidades do seu problema de saúde